27.7.11

Mundo Em Cores De Um Cristão

Feito em 06, 08, 09, 10, 13 e 14 de Junho de 2011
O mundo se apresenta em cores,
Eis aqui o relato do cristão,
Do cristão do mundo preto e branco,
Que vê em cores, essa é a introdução,
Que vê sua mãe lua,
Que se vê em cores e lua:

"Do molde veio o homem de barro,
De sua costela sua mulher e sua serpente.
Eis que surge o conhecimento,
E o homem é tentado!.
Onde se encontra Deus no seu presente?.
Do que fez seu homem molde?.
Barro, carne e uma cruz,
A terrível tentação da divina luz,
A luz do conhecimento,
E dos futuros de Abraão e de Jacó,
De Salomão, de Jesus e de Madalena,
Maria, a santa. A virgem santa.
Judas o traidor. Pedro e Paulo, Lucas e Mateus.
Paulo o pai da igreja?. Paulo o profeta?.
O dilúvio e sua arca.
A babel e sua queda.
O Papa e seu peito de ouro.
Batismo por João Batista,
E Pôncio Pilatos o grande tirano?.
A bíblia e seu molde.
A bíblia seria o molde?.
A bíblia não é meu molde. Não sou feito de barro!".

"O modelo exemplar de cristão,
O modelo exemplar de um aluno.
Futuro padre da corrupção,
Futuro padre do desgosto de seu mundo.
Futuro tanto e futuro nada.
O modelo da perfeita vida cristã.
Um catequista e um santo.
E de sua boca apenas salmos saiam.
Míseros momentos de miseras palavras.
Míseros momentos de pequena vontade própria.
Sou um santo. Serei um padre.
Que ódio, me lembro do passado.
Da pequena criança loura de vastas escolhas,
De vastas possibilidades e infernos,
O modelo?. O que se passa em sua mente?.
Criança que pensa e não faz!.
Mas que mesmo assim pensa!.
Vive com o demônio em si.
É loura e adora estragar com vidas e pessoas.
Que criança do mau, que criança do mau!.
 Quem sabe já via algumas das cores,
Pobre criança e modelo cristão!".

"Sou exemplar, pois vivo hoje do que construí,
Sou exemplar por que de prantos não morri,
Por que de Jesus me empanturrei,
Por que de mentiras eu me cansei!.
Sou exemplar por viver no perfeito mundo das cores.
Do vermelho da noite vermelha.
Sou exemplar por não ser cristão!.
Sou exemplar por odiar a Satã!.
Por odiar a um Deus falso!.
Por me odiar e odiar as palavras.
Sou exemplar por pintar e despintar a vida.
Vivo, corro, caio e me levanto.
O exemplo é tão claro, tanto quanto interessante.
Não se vê o cavalo alado do sol?.
Viva ao sol e viva a lua!. Majestosa lua!.
E o cavalo alado puxa o sol,
Sob a cabeça dos corruptos e não corruptos,
Dos sonhos e pesadelos. Do inexistente e do existente,
De pessoas que pensam e falam,
Que obedecem e trabalham.
De pessoas exemplares,
De um mundo cada vez mais corrupto e exemplar".

"Vende-se meu sangue,
Uma amostra do puro e santo sangue.
Ele é fabricado e depois é forjado.
Sua alma está à mostra,
Sua alma está à venda,
Minha alma está à venda.
Liberte o sangue, liberte o tudo,
Uma cabeça cheia de cores e mariposas.
Os corvos devoram sua carne,
E agora tudo é dúbio.
Ele é santo!. prove sua amostra de sangue.
Em um castelo ele se debate,
Ele jaz no fundo do castelo,
Viva ao mouse, no fundo de seu castelo.
Alguém o quer. E ele quer alguém.
Viva ao mouse!.
A amostra é de graça,
Pegue, prove, se encha, grite, corra, morra, leia!.
Não se desespere,
O louco é a amostra. O segredo é a amostra,
Amostra de sangue do cristo redentor,
Circundam os corvos, acabou sua carne!".

"A norma é viver no paraíso,
Ou sobreviver até ele!.
A norma é clara e deve ser ocultada,
A raça é forte, o instinto também.
Alguém que mata e não morre,
Desgraça!. Minha desgraça!. Minha norma.
A cor agora é vermelho revolução,
De sim, de sim, agora é Abracadabra.
Mi tesoro, mi tentación.
Saí, procurei, pesquisei, achei, me entupi.
Matei, morri, sonhei, vivi, levantei e não caí.
Minha norma é viver!,
Minha norma e mandamento.
E que se acabe tudo e todos,
Em mim não jaz mais apenas vento.
Doces cores de um cristão,
Que colore um pensamento!.
O mesmo cristão que ensina é falso.
O mesmo cristão que adora, queima a cruz.
E a carrega em suas costas,
Para os mil anos de Jesus!.
A norma é viver no paraíso!".

"Seu tipo um tanto misterioso,
Tipo de ser de luz e monstruoso.
Onde seu tipinho pode chegar?.
Com a cabeça um caos, ele anda.
Vive no caos da incerteza.
Quem sou eu?. Para onde eu vou?.
O por que da crise?. Não sou mais só.
Tantos olhares!, Onde posso me esconder?.
A pressão é tão grande,
A vida pede coisas de mais.
Oh vida!. Que tipinho de ser.
O típico garoto de barriga cheia.
O caos de seu universo o domina.
Para onde foram seus pensamentos?.
Cabeça, que tipo de cabeça?.
Cabeça de mariposas,
Coração colorido. Cor que o tipo é cor.
Tipos e mais tipos.
O louro é um caos!.
Não sou mais o mesmo garoto,
Do tipo que erra e é perdoado,
Sou alguém já sem saber quem é, que será cobrado".

"O sol é desenhado por todos,
E todos dançam sob o sol,
Vivem sob o mesmo sol.
Mas nem todos são o sol.
De trevas o universo é composto,
E de nuances e brilhos além da compreensão.
A cor agora é verde. Acabou com suas amarras.
Viva ao manifesto de direito da liberdade!.
Ele é outro, ele é outro!.
O sol brilha e irradia calor.
O sol é Deus, o sol é cornudo.
O sol habita montanhas e vales,
Pessoas e não pessoas.
O fogo do sagrado sol, do clã da terra.
O clã que não caça. Salve seu clã!.
Desenhe o sol, desenhe a si mesmo,
O seu clã é o sol?.
Desenhe com cores, Jesus está na moda,
Desenhe a vida, desenhe!.
O sol é meu desenho,
O sol não é só meu.
O sol é para todos, o sol é a nova lei!".

"Sou o caçador e não a caça,
Vivo sim minha desgraça!,
Sou impuro, minha casa é o inferno,
O corpo é uma morada do supremo e eterno.
Desse jeito mereço o céu?.
Sou do clã da caça, da noite e lua,
Não sou uma misera carne e uma cruz.
Sou a tentação e gosto de pecar.
Me desamarre os pulsos, quero te matar,
Você morre, oh massa crua!,
A cor é prata, a cor da lua.
O cristão vê em cores,
Ele ainda é enganado?.
O jeito é não saber,
Se sou realmente feito de barro.
O jeito é acreditar no relógio,
Nos velhos momentos passados.
Vivo, respiro, sou da lua!.
O jeito é uivar e admira-lá, oh lua!.
Que nasce nova, pura e nua.
Meu jeito, meu clã, minha caça.
Virei um corvo que devora uma carcaça".

"O esquema é absurdo,
E as pirâmides se erguem com amor,
O trabalho é cansativo e árduo.
O Faraó olha e menospreza,
O escravo, escreve, lê e escreve!
Escreve escravo, escreve escravo!,
Acredite que é forte!.
O esquema é absurdo,
Corra é sua hora!.
Ele ergue e desmonta palavras,
Seu nome é mudança e não é 8.
Ele geme e dá a luz a mais um anúncio,
Escreve escravo, escreve escravo!.
Não vê que seu olhos são verdes!.
O mísero esquema,
O péssimo esquema,
O dom do divino alfabeto e números,
Mágicos escravos, de suas artes.
Escreve mísero escravo!,
Escreve o esquema escravo alforriado!.
Aforia-se de seu medo, seu infeliz,
Escreve escravo, escreve escravo!".

"Corrupta é sua face,
Corrupta é sua feição,
Corrupto é seu cabelo,
Corrupto não é seu coração!.
Uma mente de feição sem molde,
Uma simples e qualquer mente?.
Ele vive, ele morre, ¿dónde está mi padre?.
Mi lengua es el conocimiento.
My heart a movement.
My brain is a butterfly.
Meinen Augen eine Kamera,
Schriftsprache, das ist ein großer.
Apparence: mon visage!.
Ne pas regarder dans mes yeux.
Ogen van een heilige.
A feição é um rosto-máscara,
De mácula, força e pecado!.
Sou alguém, mas sou alguém,
Ainda em formação, não acabado.
O rei é tirano e se senta em seu trono.
O frio é bom, o frio é pecado,
Assim a feição corrupta, vira um unicórnio alado!".

"Pobre sementeira que enche barrigas,
Meu medo é este e nunca outro.
Eu poderei ser forte ou cairei?.
A força é bruta e não é especial!.
Este é realmente o caminho?.
A força que traduz a baqueta,
E ele agora pode ver tudo.
Ele é forte!, ele é força!,
E mostra seus dentes esperando por gratuidades.
Nós podemos usar nossa força?,
Nós realmente confiamos nela?.
A mágica força, da mágica da alegria.
Não me pergunte, use sua força!.
Não me importa se posso tudo,
Quero apenas força,
Força para criar meu monstro,
Por que eu realmente posso ser forte.
A terra onde se pisa sempre é a mesma,
O sol sobre a cabeça não, talvez nunca.
A força é grande e ele se alavanca,
Jaz no útero o anticristo,
Bendito seja Maria, a benta".

"Todos nascemos solitários ao mundo,
Uma simples e única alma.
Com os anos como uma mágica,
A cor vira vermelho paixão,
E a solitária estrada não é mais a mesma.
E não se morre de solidão.
Nasce sem saber seu rumo ou estrada,
E seu paraíso é o doce e aconchegante inferno,
Que se destravem as portas da desgraça,
E que o povo viva da alma do inverno.
Fria alma, de um povo frio e sedento.
Calculistas, sábios e charlatões,
Essa é sua estrada e destino.
Leia acima das suas expectativas.
Obvio é tão frio quanto palavras já mortas.
Essa é a estrada.
Pise firme seu fracote!,
ande em direção à luz!,
Não caia e fique ao chão ignorante!,
Ande e busque sua cruz.
Essa é a estrada ao paraíso do real mundo,
A estrada dos amores selvagens e pedras coloridas. Amém".

"Você foi forte e está preparado?,
Força não lhe faltou, é motivado!.
Perfeita força da perfeição perfeccionista.
Ama-te miserável sem personalidade,
O azul é bom, azul maldade,
O verde é maravilhoso, verde lealdade.
Ama-te miserável, você tem capacidade.
O paraíso de campos verdes,
Dos cabelos verdes.
O paraíso dos riachos azuis,
Dos cabelos azuis.
Doce em pecados. Eu sou forte!.
Onde se encontram as almas neste paraíso?.
Força não me sobra. força não me falta.
Ama-te miserável, das palavras de miséria,
Tu és assim, tu és assim.
Força! Não caia seu miserável!,
Há muito pouco tempo.
Cruel inferno das doces chamas de Ave-Maria.
Ama-te miserável, tire de si a vida.
Pecado, pecado, pecado, que morra,
INRI-Incerto Nazareno, Rei Incerto. Jesus Amém".

"Doces momentos, feitos de doces escolhas.
Prove e beba, o vinho é bom!,
Coma e reparta, o pão saboroso!.
Cuide de seu cavalo, pônei ou unicórnio.
Amigo unicórnio do mundo mágico do rei sol,
Amigo unicórnio do doce rio de chocolate,
Amigo unicórnio, alado ele é luz.
Presente dos anjos. Paraíso de Eva.
Adão e seu unicórnio. Doce frutos e pecados.
Amigo unicórnio, você é doce.
Nasça de seu ovo meu unicórnio,
Tudo é tão azul quanto meu céu,
As cores te enlouquecem,
As cores te enriquecem.
O doce mundo colorido de um cristão.
As borboletas buscam o pólen,
Do paraíso mais que perfeito.
Paraíso do Senhor Wonka.
Tudo é bom, siga a luz.
Arco-íris das 7 cores.
A estrada é seu amor,
Dance na noite, escureça a madrugada, doce unicórnio!".

"Ande reze pro perdão,
Ande com fé da luz dos amados,
Suba na caruagem alada da Deusa Lua,
Suba na pirâmide alada do sol,
Da estrela santa de Rei Davi,
Da cruz mais que santa de Cristo.
Toque o tambor esse é o lado negro!,
Ajoelhe e peça seu perdão, não tenha medo!,
Acenda a vela que é branca, oh meu filho!.
Respondo sim meu pai, eu pequei meu pai,
Mil ave-marias, eu sou um santo.
Tu fostes o escolhido dos céus, oh meu filho!.
Que se dane e eu me vou,
Minha caroça é alada e da Lua,
Eu voo, quero a luz do paraíso,
Eu voo, sou um santo!,
A rodovia e o carro.
O carro e a rodovia.
Não se atrase, o número é exato!,
Eu pequei meu pai, me perdoe meu Deus.
Rahá, queimo no inferno.
Rahá, queimo no inferno".

"Se quebre na curva idiota de Satã!,
Seu nome não é santo, você é um verme.
Estrume, monte de merda.
Você é negro, você é satânico!,
Não pensem por mim, fazedores de almas!,
Não escrevam por mim, manipuladores de mentes!,
Com a fúria de um Deus,
Pertenço ao meu paraíso,
De cristão que não é seu,
De um cristão sem Jesus Cristo.
Nobre escolha, meu nobre jovem.
Eis que aceito sua vocação,
A praga nunca mais te consome,
O frio não congela mais seu coração.
Doce coração da fúria de Jeová.
Doce mundo do paraíso perfeito,
Compre seu ingresso, irão acabar,
Não fure a fila você é santo e direito.
Reza sem fé, um pecado maior e grave.
Corra, é sua vez, passaporte do inferno.
Grite oh prostituta da Babilônia,
Grite oh santa mãe e prostituta!".

"Sua bela estrela amarela,
Ele olha com o olhar estrelado.
Grande Messias, filho unigênito,
Nasce ao mundo, é programado.
Ele foi carregado, ele é pastor.
Seu lado é negro,
A fé um carregador.
Corre homem de fé, liberte-se do pecado!.
Ele vai, seu alado Deus o espera.
Preto, preto, amarelo de olhar de cinco.
Puxe, exploda, masque, puxe!,
Amo-te santo monstro e robô,
De circuitos e baterias de fé.
Se reina o reino!.
Feliz reino do feliz arco-íris!.
Unifica-se a fé, salve o reino!,
Paraíso perfeito, ele é o unicórnio!.
Ave-Papa, Ave-Pai!,
Ave-Cristo, tudo amém.
Reino doce reino, recarregue o pecado.
Minha bateria acabou,
Sou mais um simples condenado".

"Ele tem um amarelo cabelo,
Pertence a noite, é traiçoeiro!,
Ele segue para a luz do colorido céu,
Perfeito paraíso de solução e pecado.
Ele possui uma 38 sobre suas mãos,
Aperta o gatilho e de luz ele se faz!.
Grande morte, o sangue é vermelho,
Verde seus olhos, seus cabelos já amarelos.
Ele não é salvo, ele não se salva,
Seu pé se fixa em chão bruto!.
Sob seu mundo do fogo e do divino,
Paraíso perfeito, tentação exata,
Um terceiro olho capacitado,
Um terceiro olho não capaz.
Não o perca, ele é louro!,
Não o leve, ele é louro!,
Doce não são seus sonhos,
Perfeita não é sua vida,
Controlada é minha mente,
Colorido é o arco-íris,
Porção feliz de força de uma era,
Dos não comuns e dos armados".

"155869 wo-ah 1454,
11526 wo-ah 7171,
11215 wo-ah,
163 wo-ah 41 wo-ah 5641 wo-ah 591,
4635 wo-ah 5 wo-ah 34 wo-ah 45 wo-ah 561,
79914945 wo-ah 46 wo-ah 163,
11526 wo-ah 5 wo-ah 153 wo-ah 5645,
4941 wo-ah 16 wo-ah 1529399126,
29146 wo-ah 16 wo-ah 29656 wo-ah 46 wo-ah 43546.
Números, números, números, números.
Pitágoras: son sus números.
Meu coração dos números de wo-ah!
Doce mel, qual é seu medo?
Números, números, números, números!.
Celestial azul que é Royal.
Nobre família a Europa é tua!.
Wo-ah!
A Europa é tua!.
Números, números, números, números!.
Jaz aqui o mistério,
Jaz aqui o mistério!.
Bravo oh Pitágoras do wo-ah!".

"Seus passos já se ouvem na noite,
Onde anda o pônei colorido?.
Dorme na púrpura casa da cruz,
Ele dorme, ele é a cruz.
Se ouve o trote, lá se vê no horizonte,
Grite minha musa, a Mória minha do monte.
Serra tudo, oh serrador!.
Voe com suas assas unicórnio alado,
Seu peito é sol,
Seu olho um Deus,
Cavalgue rumo aos passos das verdes gramas,
Brinque com o sorriso e olhar do colorido.
Colorido mundo de um cristão.
Corrupto mau. Cavalgue para a esperança,
Tu és doce meu pônei,
Tu és o rei meu cavalo branco de Jesus.
Amo-te seu severo professor e amigo.
Vamos em busca da alquimia do ouro,
Da maça do pecado, do jardim pecado,
Da partilha de um pão,
Ao gosto do jovem unicórnio,
Do reino do meu faz de conta de problemas". 

"Visão turva, ele pensa!,
Busca por seu colorido caminho.
Pegou sua mala, cheia de palavras,
Ele está no caminho!.
O mundo é de quem sabe ser mundo,
Dos fortes do mundo fraco!.
Profundos abismos perante seu pé,
E tantos santos canonizados por sua fé!.
Bravo ao povo santo!. Os reinos sucumbirão!.
A fé é santa e este o caminho,
Pertenço a fé pura e mais santa.
O meu paraíso é outro.
Aceito isso, quem colhe planta!.
Corrupta sua face da decadência,
Sedenta sua fome de pecado,
Farta sua vida de penitência,
Vastas as possibilidades do amargurado.
Estou na linha, não há curvas,
A estrada é ouro, não possui um fim.
Bravo minha estrela do Messias!.
Estou no caminho certo,
My gnomes, elves, fairies, unicorns and visions".

"A sua estrada é amor,
Da guerra do bélico pecado,
Faz do amor um amigo,
Um bom e ótimo aliado.
Viva ao cupido de olhos azuis,
Das flechas esculpidas,
Ele é amor, não morreu em uma cruz,
Ele é o amor das partes envolvidas,
O paraíso permeia ao céu do pecado,
Qual dos povos merece ser massacrado?.
Tantos amores por flores, almas e guerras,
Tantos temores por insegurança, fraqueza e misérias!.
Feliz é o reino do mundo!.
O amor é tão perfeito,
Pois pelo Deus ele foi feito.
Donde saem suas palavras?.
Do caos da mente,
Do inferno escaldante,
Do arco-íris das cores mágicas,
Das angústias do passado,
Do pavor da solidão,
Do prazer pelo pecado. Doce ilusão, meu doce pecado".

"O unicórnio do sonho alado,
Permeia meu sonho e realidade,
Um pavor meio trouxa da morte,
Um sentimento maior de imortalidade.
Ele é seu rei e isso basta,
Das palavras nada é mais tão grafite,
No começo vomitava palavras,
Sofria de uma grave gastrite.
Mas de cores um cristão agora vive,
De dinheiro o cristão desvia,
De amor ele agora depende,
No abismo ele se jogaria.
Não o mate, ele é capaz,
Não possui seu lado sem senso crítico,
Traduz sua vida em cores,
Tudo é tão claro e explícito.
Loucas são suas palavras!,
Loucas são suas palavras!.
Seu sanatório maior é a igreja,
É um anjo alado,
Possui seu sonho é americano,
Viva a sua vida, meu caro retardado!. Ave-César!".

"Ele sabe mais finge não saber,
Seu coração vale ouro, seu coração sangra e vale ouro!.
Ele já não vê o mesmo perante do espelho,
Ele não é o mesmo preto e branco cristão,
Ele não é a mesma cor do arco-íris,
Ele nunca mais poderá ser o mesmo.
O doce sonho da ilusão óbvia e passageira,
Ele toma seu remédio de cor,
Para o controle dos casulos das aladas borboletas,
Que o levam a permear um paraíso tão lúdico e real,
Tão colorido e especial.
Doces sonhos apocalípticos,
Das ovelhas dos pastores estrelados.
Escolhidos eles são,
São o trigo sem o joio: separados.
Eis que surge então a cura.
Fantástico é seu sobrenome,
Saboroso são seus cabelos,
Com ele tu não morre de fome,
O paraíso é amor e doce são os coelhos.
 Coelhinho da Páscoa e amigo,
De Jesus dos ovos de Páscoa!".

"Eles não ligam se sua alma vale a pena,
Eles buscam por reforços e dilema,
Eles evitam os excluídos da luz,
Eles evitam as míseras cruzes de um Jesus.
O documento é seu passaporte,
Para um inferno que é qualquer,
Ele busca pelo unicórnio de transporte,
Um belo escravo não, ele não quer!.
As glórias que levam para o inferno,
Ou as torturas que levam para um céu,
Que talvez exista no eterno,
Das doces vidas regadas ao mel.
Quero meu pedaço do paraíso,
De campos verdes e florestas encantadas,
Quero ver os pássaros e o sorriso,
Das velhas senhoras mau-encaradas.
Uma bruxa que queima em pecado,
E que traduz o direito de respeito,
Um passeio do cavalo alado,
Um momento além de perfeito.
Quero meu pedaço deste bolo,
Pois meu amor é quem dita a lei".

"Sua alma agora é livre,
Assim como suas mãos encardidas,
Que escondem sua corrupção,
De pessoas mais que sofridas.
Onde está seu sentimento?.
Onde jaz sua falsa verdade?.
Ele é burro e ouve vozes,
Mas vive com honestidade!.
Ele é rei sobre seu mundo,
Ele é tronado, e é tirano,
É seletivo, ele não é surdo,
Mudou não é o mesmo, passou-se um ano.
As chamas de suas estradas,
Queimam em seu peito o que restou,
Das lembranças e saudades,
Do velho momento nada sobrou.
Ele é deposto, pois quem escreve,
Domina seu mundo e seu outro eu.
Falso, porém não se engane,
A criança já cresceu.
Salve a corrupção do mundo,
O paraíso é sua bandeira".

"Preparado sempre fui,
Para uma vida de sofrimento,
Branca sempre foi sua face,
De tanto pavor, desgosto e arrependimento.
O barulho foi tão alto,
Que deixou surdo até Jesus,
Era o trem destruidor de vidas,
Com seus faróis e sua luz.
Desviou de meu caminho,
E eu lutei para costurar,
Os pedaços dos meus membros,
Me refiz, quero lutar!.
Hoje faço a revolução,
Hoje vivo de pensamento,
Minha carne já é fria,
E o cavalo é jumento.
Paraíso, doce é você!.
Dos perfumes das laranjeiras,
Do azul mais que azul de um céu,
Do doce fruto das figueiras.
Vamos começar a baderna,
Ele está fazendo barulho em uma caverna".

"Apaixonante é o cupido,
Das asas brancas de um anjo,
Sem coração não se comove,
Doce é sua missão,
De mudar vidas e nomes,
Coloridos são seus movimentos,
Certas são suas escolhas.
A noite é clara e pede algo,
Nos deixa lúcidos como o saber de um anjo mau,
Que assassina suas verdades,
Que prova sangue com sal.
Essa noite ninguém dorme,
Pois no céu se ouve festa,
Enquanto as pessoas queimam,
Beijos da fiel madrugada modesta.
Lá no céu o Nazareno, faz amor com os condenados,
Os enche de espíritos santos,
De sexos mau feitos e acabados,
Ele é Jesus um homem,
Ele é Jesus o sem líbido.
Essa é a noite fantástica,
Do amor pelo oculto e proibido".

"Essas são suas escolhas,
O paraíso é mostrado,
O cego pode enchergar como milagre,
O rei é tirano e descoroado.
E a jovem imperatriz,
De crucifixo no pescoço,
Se enforca, quer mudança,
Acaba com o sofrimento e desgosto.
O barulho é tão forte,
Os olhares tão sem sentido,
A vida uma áurea viva,
De cores vivas, tudo colorido.
O paraíso é o Éden,
Sem a cobra da tentação,
Os olhos se enchem de lágrimas,
Da mais pura emoção.
As noites são tão estreladas,
O sol é dourado como ouro,
E como recompensa do seu pagamento,
Frutas, cantos e um tesouro.
O tesouro é de Satã.
O tesouro não é ouro".

"Nobres são suas escolhas,
De jovem evoluído e sofredor,
Prova do vinho tinto mais barato,
Se embebeda e quer seu amor.
Ele vê em cores e nuances,
Que antes nem sequer pensaria,
Pois tudo era um pecado,
Iria agonizar em uma fogueira. Morreria!
Hoje bebe até morrer,
Prova até se empanturrar,
Sonha com o doce paraíso,
Pois sabe que o mundo vai acabar.
O seu limite é a morte,
A sua arte obsessão,
O seu cabelo um colorido,
De um demônio ou possessão.
Bravo ao cavaleiro do sol,
Bravo a Deusa nua da Lua,
Bravo ao descoroado rei do paraíso,
Que senta sobre o unicórnio alado,
Com sua dose de humor duvidoso,
Com o arco-íris de um apaixonado. AMÉM".


By: AyKe.AeRa.


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